Rôle d'armes Bigot (Armorial Bigot) é um dos mais antigos armoriais conhecidos.Lillich, Meredith P. The Armor of Light: Stained Glass in Western France, 1250-1325. University of California Press, 1994, p. 387, nota 105Davies, T. R. "As It Was In The Beginning". In: Coat of Arms, 1979; (109)

Foi compilado em meados do século XIII por um autor anônimo,Hiltmann, Torsten. "Potentialities and Limitations of Medieval Armorials as Historical Source. The Representation of Hierarchy and Princely Rank in Late Medieval Collections of Arms in France and Germany". In: Huthwelker, Thorsten et al. (eds.). Princely Rank in Late Medieval Europe — Trodden Paths and Promising Avenues. Ostfildern, 2011, pp. 157-198 e seu original foi perdido, sobrevivendo em uma única cópia do século XVII, inclusa entre os fólios 32 e 39 do Manuscrito FR. 18648 preservado na biblioteca de M. Bigot, em Rouen, de onde vem o apelido da obra. Contém a descrição de brasões pertencentes a 259 cavaleiros que participaram da campanha militar de Carlos de Anjou no Hainaut em 1254.Rôle d'armes Bigot. Conseil Français d'héraldique, 2011Petrovitch, Nicolas. "La reine de Serbie Hélène d'Anjou et la maison de Chaources". In: Chrissis, Nikolaos G.; Kedar, Benjamin Z.; Phillips, Jonathan (eds.). Crusades, vol. 14. Society for the Study of the Crusades and the Latin East, 2015, p. 177 A cópia é provavelmente incompleta e corrompida, e a estrutura original do documento tem sido debatida inconclusivamente. O armorial é afamado entre os especialistas e é uma importante fonte para o conhecimento da heráldica medieval. Recebeu edições contemporâneas por Paul Adam-Even (1949) e Robert Nussard (1985), que incluem textos críticos.Vaivre Jean-Bernard de. "Colonel Robert Nussard, Le rôle d'armes Bigot (Documents d'héraldique médiévale, 2". Resenha. In: Bulletin Monumental, 1986; 144 (1):91-92

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