Nos Estados Unidos, propaganda é espalhada tanto pelo governo quanto a entidades não governamentais. Ao longo de sua história, até o presente, o governo dos Estados Unidos tem produzido várias formas de propaganda tanto para audiências domesticas quanto para internacionais. O governo dos EUA instituiu várias proibições de propaganda doméstica ao longo de sua história; porém, alguns comentaristas questionam até que ponto essas proibições foram respeitadas.
Em Manufacturing Consent publicado em 1988, Edward S. Herman e Noam Chomsky argumentam que a comunicação de massa dos EUA "are effective and powerful ideological institutions that carry out a system-supportive propaganda function, by reliance on market forces, internalized assumptions, and self-censorship, and without overt coercion". Alguns acadêmicos tem argumentado que estadounidenses são mais susceptíveis a propaganda devido a cultura da publicidade.
Doméstica O Politico notou a ineficácia das proibições de propaganda doméstica. "Officials get around the restriction on publicity agents by giving public relations staff such titles as “health communications specialist” or they outsource the spinmeister work to private communications firms. During an effort to cut back on PR in the administration of Harry Truman, the Air Force even classified some public affairs officers as chaplains." Durante a Era da Reconstrução, jornais e gravuras ilustradas ajudavam a dar forma a narrativa de uma nação reunificada, tomando vantagem da infraestrutura da comunicação de tempo de guerra para persuasão em tempos de paz e construção de identidade ao invés de propaganda puramente militar.
Primeira Guerra Mundial
Segunda Guerra Mundial
Guerra Fria
Operação Mockingbird
Guerra as Drogas
Guerra do Golfo
Guerra do Iraque
Ad Council
Smith-Mundt Modernization Act
Pandemia de COVID-19
Campanha de desinformação do ChinaAngVirus
Internacional Por várias operações de transmissão internacional, os EUA disseminam a informações cultura estadounidese, posições oficiais em assuntos internacionais, e sumários diários das notícias internacionais. Essas orações ficam sobre o International Broadcasting Bureau, o sucessor da Agência de Informações dos Estados Unidos, criada em 1953 (que tinha um orçamento anual de $2 bilhões). Operações do incluíam a Voice of America, Radio Free Europe/Radio Liberty, e outros programas. Eles transmitem principalmente me países onde os Estados Unidos acredita que informações sobre eventos internacionais é limitada, ou por infraestrutura ruim ou censura governamental. O proíbe o Voice of America de disseminar informações a cidadãos dos EUA que foram produzidas especificamente para audiências estrangeiras.
Durante a Guerra Fria, os Estados Unidos realizou campanhas de propaganda secreta em países que pareciam prováveis de se tornar Satélites soviéticos, como a Itália, Afeganistão e Chile. De acordo com o relatório da comitê Church, as agencias dos EUA realizam um "massiva campanha de propaganda" no Chile, onde mais de 700 itens de notícia colocados por media estadounidense e europeia resultaram de atividades da CIA num período de seis semanas apenas.
Em 2006, o Pentágono anunciou a criação de com o objetivo de espalhar propaganda sobre a suporta histórias "imprecisas" espalhadas sobre a guerra do Iraque. Essas "imprecisões" foram atribuladas ao inimigo tentando reduzir o apoio a guerra. Donald Rumsfeld foi citado como tendo dito que essas histórias são algo que o mantêm acordado a noite.
O presidente dos Estados Unidos Donald Trump descreveu o Voice of America como propaganda enquanto cortava seu financiamento em 2025.
Operações psicológicas
Mídia social
Ver também Propaganda negra Propaganda capitalista Sites de notícias falsas nos Estados Unidos Grande mídia Make America Great Again Operation Earnest Voice Operação Mockingbird Propaganda branca
Ligações externas
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