A Família Monteiro Barbosa surge-nos, em Turquel, localidade do concelho de Alcobaça, na viragem do século XIX para o XX, resultante do casamento de Maria da Visitação Monteiro (que também adota então o apelido/sobrenome Barbosa) e Cândido Carril Barbosa, farmacêutico, que se estabelece em Rio Maior, como fundador e proprietário da agora centenária «Farmácia Cândido Barbosa», sita no centro históricoNos primeiros capítulos do romance «A Filha do Capitão», de José Rodrigues dos Santos, mescla de ficção com realidade histórica, a farmácia Cândido Barbosa, de Rio Maior, aparece durante a infância do protagonista Afonso Brandão, que parte uma janela daquele estabelecimento, jogando à bola na praça principal, e o proprietário – o doutor Barbosa – vai diretamente à família do garoto queixar-se do vidro quebrado , e onde da sua prole, de cinco filhos, se vem a destacar, na então vila e hoje cidade ribatejana, Francisco Cândido Monteiro Barbosa (1908-1965), médico-cirurgião, docente universitário e arqueólogo, sua segunda mulher Maria Laudelina Coelho Pereira Monteiro Barbosa, bem como Francisco Manuel Bergstrom Monteiro Barbosa, filho do seu primeiro casamento e José Manuel Pereira Monteiro Barbosa (1948-2002), filho do seu segundo casamento, que, seguindo as pisadas do pai foi também médico-cirurgião e docente na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, bem como chefe e diretor do serviço de cirurgia do Hospital Distrital de Santarém. miniaturadaimagem|José Monteiro Barbosa, com um ano de idade, a mãe Laudelina, a avó Rosalina e a irmã Visitação, na praia da Nazaré, em 12 de setembro de 1949 (Autor desconhecido. Álbum de família) Quer Maria Laudelina Barbosa (1918-2001), que foi médica anestesista e subdelegada de saúde em Rio Maior , quer Francisco Bergstrom Monteiro Barbosa, que, enquanto arqueólogo, fez equipa com o pai na exploração arqueológica da região das Alcobertas, nomeadamente, colocando a descoberto a estação de Castro São Martinho]Conforme trabalho de sua autoria publicado em separata ao primeiro volume de "Actas e Memórias do 1.º Congresso Nacional de Arqueologia", realizado em Lisboa, de 15 a 20 de dezembro de 1958.Conforme trabalho de sua autoria intitulado "Foicinha de Bronze do Castelo de S. Martinho", trabalho realizado nas ruínas do Castro de São Martinho] sob o patrocínio do Instituto de Alta Cultura e publicado pela Associação Portuguesa para o Progresso das Ciências., e como farmacêutico sucedeu ao avô na direção da «Farmácia Cândido Barbosa», foram agraciados, pela Câmara municipal de Rio Maior, com a «Medalha do Concelho» pelo relevante trabalho em prole da comunidade por eles desenvolvido, tendo ainda sido atribuído o nome de « Dr.ª Maria Laudelina Barbosa» ao Centro de Saúde daquela cidade.

Por seu turno, Francisco Cândido Monteiro Barbosa foi homenageado em 1968 com a inauguração, no jardim municipal de Rio Maior, do seu busto, em bronze, da autoria do mestre Leopoldo de Almeida"História de Rio Maior", Fernando Duarte, 1979 e com a atribuição do seu nome a rua daquela cidade .

Entre os Monteiro Barbosa anota-se também com notoriedade a filha mais velha do casal Francisco/Laudelina, Maria da Visitação Pereira Monteiro Barbosa, engenheira química, que foi professora da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, a sua filha Maria Monteiro Barbosa Moreira Cravo], médica neurorradiologista, assistente graduada do Hospital de Cascais e mestre em estratégia de investimento e internacionalização, os irmãos desta, Pedro Monteiro Barbosa Moreira Cravo, político e Miguel Monteiro Barbosa Moreira Cravo, jurista In Governo da região administrativa especial de Macau – Direção de Serviços dos Assuntos de Justiça – Concurso para admissão ao curso de formação de notários privados, n.º 77, página 4, consultado em 27 de agosto de 2026, bem como Fernanda Barbosa, nora do supracitado casal, colaboradora de o Riomaiorense.

Ligações externas Pesquisar no site da Câmara municipal de Rio Maior por “Monteiro Barbosa”

Categoria: Famílias de Portugal