A ruptura da aorta é o rompimento de toda a parede da aorta, a maior artéria do corpo humano. Os sintomas podem incluir dores abdominais, dores no peito e dores nas costas, súbita e intensas. Outros sintomas são a tontura, falta de ar e dificuldade em engolir.
As causas incluem trauma (contuso ou penetrante) ou uma complicação de um aneurisma da aorta (abdominal ou torácico). O diagnóstico é alcançado através de imagiologia média, tipicamente uma tomografia computadorizada. Difere da dissecção aórtica, que é o rompimento somente da parede interior da aorta.
A prevenção inclui o reparo de aneurismas antes que ocorra o rompimento. Uma vez ocorrido, para uma chance de sobrevivência, cirurgia imediata é necessária. A maioria dos pacientes (85%) morrem imediatamente e daqueles que conseguem chegar ao hospital, cerca de 30% morrem posteriormente independente de tratamento.
A ruptura da aorta é relativamente comum. Ela contribui para até 20% das mortes ocasionadas por colisões de veículos motorizados. As descrições mais antigas datam de 1557, por Andreas Vesalius.
Referências
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