Jean Marie Joseph Magrou (Béziers, 22 de outubro de 1869 – 25 de maio de 1945) foi um escultor francês. Magrou foi cavaleiro da Ordem Nacional da Legião de Honra.McKay, James, The Dictionary of Sculptors in Bronze, Antique Collectors Club, Londres, 1995

Biografia Nascido em uma família de artistas — seu pai era litógrafo —, Jean Magrou estudou no Lycée Henri-IV em Béziers, onde se destacou no estudo de grego e latim e se apaixonou por mitologia.

Desejando tornar-se escultor, matriculou-se na École des Beaux-Arts em Paris, onde foi admitido nas oficinas de Gabriel Thomas (1824-1905) e Jean-Antoine Injalbert (1845-1933). Expôs no Salon des Artistes Français a partir de 1893 e obteve uma medalha de 3ª classe em 1895. Ganhou um segundo Prix de Rome em 1897, mas, tendo casado em 1898 com sua prima Jeanne Rixens, sobrinha do pintor Jean-André Rixens (1846-1925), renunciou à sua estadia na Villa Medici.

Vida Pessoal De seu casamento, ele teve quatro filhos: Paul Magrou, engenheiro; Émile Magrou, médico naval; André Magrou, arquiteto e Pierre Magrou, oficial de assuntos indígenas.

Seu irmão é o médico, biólogo e botânico Joseph Magrou (1883-1951).

Professor de modelagem e desenho na Sorbonne, em Paris, participou em 1907 da cooperativa de ensino criada por Marie Curie.

Morte Jean Magrou morreu em 25 de maio de 1945 após um ataque de angina pectoris e está enterrado no Cemitério Velho de Béziers.

Legado

No Brasil, Magrou é reconhecido por ter esculpido estátuas de figuras históricas brasileiras, como a do imperador Dom Pedro II, e da Princesa Isabel, ambas expostas na Catedral São Pedro de Alcântara, em Petrópolis.

Outra obra de destaque é a estátua de João Francisco Lisboa, localizada na Praça João Lisboa, no Maranhão.

Referências

Categoria:Cavaleiros da Ordem Nacional da Legião de Honra Categoria:Professores da Universidade de Paris Categoria:Mortos em 1945 Categoria:Nascidos em 1869