Love Story é uma série de televisão estadunidense de drama antológica criada por Connor Hines para o FX e FX on Hulu. Hines atua como produtor executivo ao lado de Ryan Murphy, Nina Jacobson, Brad Simpson, D.V. DeVincentis e Kim Rosenstock. Esta é a quinta série da franquia American Story, e estreou em 12 de fevereiro de 2026. Sua primeira temporada, intitulada Love Story: John F. Kennedy Jr. & Carolyn Bessette, é baseada no livro Once Upon a Time: The Captivating Life of Carolyn Bessette-Kennedy de Elizabeth Beller, e conta em seu elenco principal Sarah Pidgeon, Paul Anthony Kelly, Grace Gummer e Naomi Watts.

Sinopse A série explora a inegável química, o namoro relâmpago e o casamento de alto nível de um dos casais mais icônicos do século XX: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette. Era uma história de amor que cativou a atenção da nação: JFK Jr. era o mais próximo que se podia chegar da realeza americana. O país o viu crescer de menino a solteiro cobiçado e sensação da mídia. Carolyn era uma estrela por mérito próprio. Fieramente independente e com um estilo singular, ela ascendeu de assistente de vendas a executiva da Calvin Klein, tornando-se uma confidente de confiança do fundador homônimo da marca. A conexão entre John e Carolyn foi imediata, eletrizante e inegável. À medida que sua história de amor se desenrolava em âmbito nacional, a intensa fama e a atenção da mídia que a acompanhavam ameaçavam separá-los.

Elenco e personagens Principal Sarah Pidgeon como Carolyn Bessette, uma publicitária norte-americana. Paul Anthony Kelly como John F. Kennedy Jr., o filho mais velho do ex-presidente dos EUA John F. Kennedy e da ex-primeira dama Jacqueline Kennedy Onassis. Grace Gummer como Caroline Kennedy, irmã mais velha de John Jr. Naomi Watts como Jackie Kennedy Onassis, ex-primeira dama dos EUA, mãe de John Jr. e Caroline.

Recorrentes Alessandro Nivola como Calvin Klein, estilista norte-americano. Leila George como Kelly Klein, esposa de Calvin Klein. Sydney Lemmon como Lauren Bessette, irmã mais velha de Carolyn. Ben Shenkman como Edwin Schlossberg, cunhado de John. Erich Bergen como Anthony Radziwill, primo e amigo próximo de John. Dree Hemingway como Daryl Hannah, a namorada de John antes de conhecer Carolyn. Tonatiuh como Narciso Rodriguez, um estilista e amigo de Carolyn. Noah Fearnley como Michael Bergin, o namorado de Carolyn antes de conhecer John. Omari K. Chancellor como Gordon Henderson, um estilista e amigo de Carolyn. Adam Grupper como Maurice Tempelsman, companheira e cuidadora de Jackie. Aaron Dean Eisenberg como Colin Michael Nathanson como Michael J. Berman, sócio e amigo de John. Donal Logue como Ted Kennedy, tio de John. Constance Zimmer como Ann Messina Freeman, mãe de Carolyn e Lauren. Lily Lester como RoseMarie Terenzio, assistente pessoal de John. Ronan Alexander Moriarty como Jack Schlossberg, sobrinho de John. Jianna Platon como Rose Schlossberg, sobrinha de John. Ava Marie Boucher como Tatiana Schlossberg, sobrinha de John. Sebastian White como Richard Freeman, padrasto de Carolyn. Viveca Chow como Grace. Sophie von Haselberg como Tanya. Bob Pescovitz como Robert Morgenthau. Megan Channell como Annette Bening.

Episódios

Produção Desenvolvimento e polêmica Em 13 de agosto de 2021, a FX anunciou o desenvolvendo de mais um spin-off da franquia American Story, sobre relacionamentos famosos chamado inicialmente de American Love Story. A primeira temporada teve como história escolhida a de John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette, desde o início do relacionamento deles até suas mortes no acidente de avião em 1999. Em 13 de junho de 2025, a FX anunciou que a série estrearia em fevereiro de 2026.

Ainda em junho de 2025, Jack Schlossberg, sobrinho de John F. Kennedy Jr., criticou publicamente a série pela produção não ter consultado a família durante seu desenvolvimento e acusou a equipe de estar “lucrando” com a vida de seu tio “de maneira grotesca”. Ele afirmou que a ausência de diálogo com os parentes evidenciaria uma exploração sensacionalista da história familiar. Schlossberg também pediu que os criadores destinassem parte dos lucros à Biblioteca e Museu Presidencial John F. Kennedy, instituição dedicada à preservação da memória do ex-presidente e de seu legado. A sugestão foi apresentada como forma de compensação moral diante do uso comercial da trajetória de John F. Kennedy Jr. Posteriormente, Ryan Murphy, declarou que pretendia realizar uma doação, ao mesmo tempo em que reagiu às críticas que classificou como “inflamatórias”, sobretudo após a divulgação de imagens de teste de câmera da produção. O produtor defendeu o projeto e afirmou que as reações negativas eram desproporcionais.

Em julho de 2025, Murphy declarou que seria uma “escolha estranha” se irritar com um parente de quem não se teria memória direta, comentário interpretado como resposta às críticas de Schlossberg. A declaração intensificou o debate público em torno da legitimidade da série e da sensibilidade no tratamento de figuras históricas recentes. Em resposta, Schlossberg publicou lembranças pessoais de seu tio no Instagram e reiterou que o projeto estaria explorando a história de sua família para fins lucrativos. Assim, a controvérsia expôs tensões entre liberdade criativa, memória histórica e os limites éticos da dramatização de tragédias familiares recentes. Em 26 de janeiro de 2026, foi anunciado que a série estrearia em 12 de fevereiro de 2026.​ Em 6 de junho de 2025, Sydney Lemmon e Alessandro Nivola juntaram-se ao elenco da série. Sydney interpretará Lauren Bessette, irmã de Carolyn; Alessandro interpretará o estilista Calvin Klein.​ Em 13 de junho de 2025, Noah Fearnley e Leila George juntaram-se ao elenco da série. Noah interpretará Michael Bergin, ex-namorado de Carolyn; Leila interpretará Kelly Klein, esposa de Calvin Klein. Em 8 de julho de 2025, Dree Hemingway juntou-se ao elenco da série e interpretará Daryl Hannah, ex-namorada de JFK Jr. Em 14 de julho de 2025, Omari K. Chancellor juntou-se ao elenco da série e interpretará o designer de moda Gordon Henderson.​ Em 14 de novembro de 2025, Constance Zimmer juntou-se ao elenco da série e interpretará Ann Messina Freeman, mãe de Carolyn. Em 26 de janeiro de 2026, Erich Bergen e Michael Nathanson juntaram-se ao elenco da série. Erich interpretará Anthony Radziwill, primo de JFK Jr.; Michael interpretará Michael J. Berman, sócio de JFK Jr.

Filmagens As filmagens ocorreram entre junho e novembro de 2025.

Recepção No agregador de avaliações Rotten Tomatoes, Love Story: John F. Kennedy Jr. & Carolyn Bessette tem um índice de aprovação de 84% baseado em 31 críticas, com uma nota média de 8,4/10. O consenso do site diz: "Love Story, de Ryan Murphy, encontra uma dupla vencedora em Paul Anthony Kelly e Sarah Pidgeon, que incorporam os aspectos trágicos, encantadores e brilhantes de John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette numa nova série atenta e ao mesmo tempo divertida." O Metacritic, que usa uma média ponderada, atribuiu uma pontuação de 65 de 121, baseada em 15 críticos, indicando "avaliações geralmente favoráveis".

Sarah Pidgeon recebeu elogios pela sua atuação como Bessette-Kennedy, com Nicholas Quah do Vulture escrevendo: "Carolyn é o que a série tem de mais próximo de uma personagem genuinamente habitada: rápida e curiosa, existencialmente à deriva, mas comprometida com a sua individualidade, carregando uma corrente subterrânea de ansiedade sobre o mundo em que entrou, com a qual o roteiro só sabe lidar intermitentemente." Os críticos compararam a série a The Crown, com Judy Berman da Time escrevendo que ambas as séries retratam a "última gaiola dourada — o que a perpetuação do escrutínio faz a uma família compelida a priorizar as aparências em detrimento dos relacionamentos, a tradição em detrimento do amor".

No entanto, os cronistas comentaram que Love Story não encontra nada de novo ou perspicaz para dizer sobre o casal central ou sobre os Kennedys enquanto instituição. Berman escreveu: "Apesar de todas as suas falhas, The Crown equilibrava as tribulações dos seus personagens reais com questões maiores... Love Story não mostra interesse em compreender o que os Kennedys significaram, e ainda significam, para uma nação que se orgulhava de não ter reis, mas elevou esta dinastia em particular como uma família real substituta. É uma pena, especialmente porque os herdeiros, cujas filiações vão da extrema-direita à jovem esquerda, continuam a influenciar a política americana. Se as pessoas que colocamos em pedestais são espelhos da sociedade, então o que os Kennedys diziam sobre nós na década de 1960? Nos anos 90? Hoje?"

Na The New Yorker, Doreen St. Félix escreveu que a "estreiteza de página da Wikipédia" da série sobre o romance condenado "exclui todo aquele drama contemporâneo — o Presidente Bill Clinton invocando J.F.K. como um predecessor, Ted Kennedy, o irmão de J.F.K. e R.F.K., a recuperar-se do escândalo de Chappaquiddick e da humilhação de uma candidatura presidencial falhada para se tornar o 'leão' do Senado — que torna a história dos Kennedy, uma história de relação com uma cultura mais ampla". Quah acrescentou: "Love Story... está tão focada na relação [entre Carolyn e John Jr.] que nove episódios de trivialidades emocionais começam a parecer indulgentes... Ao achatar os ritmos da vida de Kennedy e Bessette num ciclo de discórdia doméstica, Love Story pega numa relação há muito carregada de mito, glamour e obsessão cultural e torna-a estranhamente comum".

Ligações externas

Love Story no site oficial da FX.

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