Bárbara Carine Soares Pinheiro (Salvador, 1987),Gustavo Augusto Assis Faustino. Bárbara Carine Soares Pinheiro: Química, mãe, nordestina e militante negra. Revista da ABPN • v. 12, n. 33 • jun – ago, 2020, p.674-678. mais conhecida como Bárbara Carine, é uma escritora, palestrante e professora efetiva da Universidade Federal da Bahia. É graduada em filosofia e em química, e tem mestrado e doutorado em ensino de química pela Universidade Federal da Bahia.

Bárbara Carine foi vencedora do Prêmio Jabuti em 2024, na categoria Educação, com o livro Como ser um educador antirracista. Além disso, foi finalista do Prêmio Jabuti em 2021, na categoria ciências, com o livro @Descolonizando_saberes: mulheres negras na ciência; e em 2022, também na categoria ciências, com História preta das coisas: 50 invenções científico-tecnológicas de pessoas negras.

Recebeu o Prêmio Maria Felipa, da Câmara Municipal de Salvador, em 2021.Câmara Municipal de Salvador. Prêmio Maria Felipa 2021 vai homenagear 25 mulheres negras. 09-07-2021.

Carreira Bárbara Carine Soares Pinheiro é membro do Conselho Acadêmico de Ensino (CAE) da UFBA, colaboradora do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA/USP), coordenadora do Grupo de Pesquisa em Diversidade e Criticidade nas Ciências Naturais (DICCINA/UFBA) e Sócia-fundadora da Escola Afro-brasileira Maria Felipa, primeira escola Afro-brasileira do Brasil.

Bárbara é crítica à academia brancocêntrica ocidental. Especialista em Educação, sempre lembra o provérbio africano que diz:

História preta das coisas Bárbara Carine Pinheiro é autora do livro História Preta das Coisas: 50 invenções científico-tecnológicas de pessoas negras (2021), finalista do Prêmio Jabuti em 2022 na categoria Ciências.

O livro mostra que muitos objetos e procedimentos que utilizamos diariamente foram produzidos por povos africanos e afrodescendentes.

Dentre as 50 invenções de pessoas negras pesquisadas pela autora estão:

osso de Lebombo, o mais antigo artefato matemático, foi encontrado na Essuatíni e é datado de 35.000 anos A.C.; pão; cosméticos; cerveja; teste de gravidez, inventado no Egito entre 2.500 a.C. e 3.500 a.C.; escova de dentes; sandálias; semáforo; lâmpada; absorvente; marca-passo cardíaco; Global Positioning System (GPS), criado pela matemática norte-americana Gladys West (1930-2026).

Obras 2024 - Querido estudante negro.

2023 - Como ser um educador antirracista: Para familiares e professores.

2022 - História pretinha das coisas: As descobertas de Ori.

2022 - Intelectual diferentona em verso e prosa.

2021 - História preta das coisas: 50 invenções científico-tecnológicas de pessoas negras.

2020 - @Descolonizando_saberes: mulheres negras na ciência.

2016 - Pedagogia histórico-crítica na formação de professores de ciências.

Prêmios 2024 - Vencedora do Prêmio Jabuti, categoria Educação, com "Como ser um educador antirracista". 2022 - Entre os 5 finalistas do Prêmio Jabuti, categoria Ciência, com "História preta das coisas: 50 invenções científico-tecnológicas de pessoas negras". 2021 - Entre os 10 finalistas do Prêmio Jabuti, categoria Ciências, com "@Descolonizando_saberes: mulheres negras na ciência". 2021 - Prêmio Maria Felipa, da Câmara Municipal de Salvador.

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