miniatura|Logotipo da rede A Rede Internacional Judaica Anti-Sionista (IJAN) é uma rede de antissionistas Judeus comprometidos em opor-se ao sionismo e ao Estado de Israel fundada por Sara Kershnar em 2008.
Posicionamento político A IJAN vê o sionismo como um movimento racista e Israel como um estado de apartheid, defendendo a libertação incondicional de todos os prisioneiros palestinos em Isarel.
A carta da organização afirma que "somos uma rede internacional de judeus que estão intransigentemente comprometidos com as lutas pela emancipação humana, da qual a libertação do povo e da terra palestinos é uma parte indispensável. Nosso compromisso é com o desmantelamento do apartheid israelense, o retorno dos refugiados palestinos e o fim da colonização israelense da Palestina histórica."
Membros proeminentes da IJAN incluem a ativista feminista Selma James e a falecida sobrevivente do Holocausto Hajo Meyer. É composto por grupos nos Estados Unidos,Rebecca Tumposky. Group aims to provide voice for Jews who oppose Zionism, registerguard.com, 24 de fevereiro de 2010. Canadá, Índia, Argentina, França, Espanha e Reino Unido.
Ações Em 2014, mais de 300 sobreviventes do Holocausto e seus descendentes lançaram uma nota condenando o que identificam como genocídio israelense na Faixa de Gaza. O anúncio publicado no New York Times foi assinado por 40 sobreviventes do Holocausto e 287 descendentes e outros parentes. Eles fizeram um apelo pela suspensão do bloqueio da Faixa de Gaza e por um boicote a Israel.
Desde sua fundação o grupo tem organizado mobilizaçõeshttps://www.ijan.org/2023/11/14/ijan-spain-marches-against-the-genocide-in-gaza/ contra o sionismo e em defesa da libertação da palestina, denuncioado ações sionistashttps://www.ijan.org/2026/01/13/ijan-statement-stop-feeding-genocide/ e denunciado o financiamento de campanhas anti-palestinas.
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