Uma fazenda de corpos é uma instalação de pesquisa onde a decomposição de humanos e animais pode ser estudada em uma variedade de configurações. A primeira fazenda de corpos foi concebida pelo antropólogo William M. Bass em 1981, na Universidade do Tennessee em Knoxville, no Tennessee, onde Bass se interessou em estudar a decomposição de um cadáver humano desde o momento da morte até o momento da decomposição. O objetivo era obter uma melhor compreensão do processo de decomposição, permitindo o desenvolvimento de técnicas para extrair informações como o momento e as circunstâncias da morte de restos humanos. A pesquisa em fazendas de corpos é de particular interesse em antropologia forense e disciplinas relacionadas, e tem aplicações nos campos de aplicação da lei e ciência forense. Ao colocar os corpos do lado de fora para estudar os elementos, os pesquisadores conseguem entender melhor o processo de decomposição.
Sete dessas instalações existem nos Estados Unidos, tão ao sul quanto a Flórida subtropical (USF-FORT) e tão ao norte quanto Marquette, em Michigan, na Northern Michigan University. A instalação de pesquisa operada pela Texas State University em Freeman Ranch é a maior, pois possui 26 acres de extensão (10,52 hectares). Instalações semelhantes a essas também estão operacionais na Austrália e no Canadá. No Reino Unido, a pesquisa se concentra em restos não humanos, principalmente com porcos devido a sua decomposição ser semelhante com a dos humanos. right|thumb|Fazenda de corpos na Índia. Nesse caso, as pesquisas naquele país são feitas com cadáveres de animais. Na foto, um pesquisador examina os restos mortais de um boi
Ver também Pallor mortis Rigor mortis Livor mortis Putrefação Decomposição Esqueletização
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