I Live My Life é um filme estadunidense de 1935, do gênero comédia dramática, dirigido por W. S. Van Dyke, estrelado por Joan Crawford, e coestrelado por Brian Aherne, Frank Morgan e Aline MacMahon. O roteiro de Joseph L. Mankiewicz, Gottfried Reinhardt e Ethel Borden foi baseado no conto "Claustrophobia" (1926), de Abbe Carter Goodloe.

Sinopse Kay Bentley (Joan Crawford), uma socialite entediada, decide fazer uma viagem para a Grécia, onde ela conhece o arqueólogo Terence "Terry" O'Neill (Brian Aherne), e os dois se apaixonam. Ao voltar para sua casa na cidade de Nova Iorque, Kay descobre que Terry estava tão apaixonado por ela que a seguiu até lá. Todas as coisas vão bem até que Terry começa a achar o estilo de vida da moça diferente e desconfortável, o que faz ele decidir ir embora. Entre o amor irremediável e o medo do desconhecido, Kay e Terry acabam se envolvendo em uma enorme briga que pode dar fim em tudo o que eles estavam construindo.

Elenco Joan Crawford como Kay Bentley Brian Aherne como Terence "Terry" O'Neill Frank Morgan como G. P. Bentley Aline MacMahon como Betty Collins Eric Blore como Grove, o mordomo dos Bentley Fred Keating como Gene Piper Jessie Ralph como Sra. Gage, a avó de Kay Arthur Treacher como Gallup, o mordomo da Sra. Gage Frank Conroy como Doutor Etienne Girardot como Professor Esther Dale como Brumbaugh, a governanta da Sra. Gage Hale Hamilton como Tio Carl Hilda Vaughn como Srta. Ann Morrison Frank Shields como Secretário Sterling Holloway como Max

Produção Os títulos de produção do filme foram "Glitter" e "If You Love Me", mas foram revisados e substituídos após o início da pré-produção.

As filmagens aconteceram em locações em Chatsworth, na Califórnia. Foi feita uma tentativa das gravações serem realizadas em locações na Ilha de Santa Catalina – também na Califórnia – um mês antes da data inicial de produção, mas a equipe foi forçada a alterar a locação por causa da grande quantidade de névoa na área.

Um novo final revisado do filme foi gravado para o lançamento britânico, a fim de evitar possíveis protestos da Igreja Anglicana, que poderia considerar o comportamento de Terry no altar do casamento muito "perturbador".

Recepção Bilheteria De acordo com os registros da Metro-Goldwyn-Mayer, o filme arrecadou US$ 921.000 nacionalmente e US$ 557.000 no exterior, totalizando US$ 1.478.000 mundialmente. O retorno lucrativo da produção foi de US$ 384.000.

Categoria:Filmes dos Estados Unidos de 1935 Categoria:Filmes dirigidos por W. S. Van Dyke Categoria:Filmes de comédia dramática dos Estados Unidos Categoria:Filmes de comédia dramática da década de 1930 Categoria:Filmes com trilha sonora de Dimitri Tiomkin Categoria:Filmes da Metro-Goldwyn-Mayer Categoria:Filmes em preto e branco dos Estados Unidos Categoria:Filmes em língua inglesa