Dance, Fools, Dance é um filme pre-Code estadunidense de 1931, do gênero drama criminal, dirigido por Harry Beaumont, estrelado por Joan Crawford, e coestrelado por Lester Vail, Cliff Edwards, William Bakewell e Clark Gable. O roteiro de Aurania Rouverol e Richard Schayer foi baseado em uma história da própria Rouverol.
A trama retrata a história de uma repórter investigando assassinatos de membros de uma gangue de contrabandistas. Este foi o primeiro dos oito filmes que Crawford e Gable coestrelaram juntos.
Sinopse Bonnie Jordan (Joan Crawford) começa a enfrentar a pobreza e o trabalho duro quando seu pai, Stanley Jordan (William Holden), morre de ataque cardíaco durante a Grande Depressão. Embora ela esteja apaixonada por Robert "Bob" Townsend (Lester Vail), ela recusa a proposta de casamento dele, que pediu sua mão porque era "a coisa cavalheiresca a se fazer". Então, ela começa a trabalhar como repórter novata no New York Star. Seu irmão, Rodney (William Bakewell), escolhe uma saída mais fácil e começa a ajudar o contrabandista Jake Luva (Clark Gable) a vender bebidas para seus amigos ricos. Quando um grupo de contrabandistas é assassinado, Bonnie – que não sabia sobre a conexão de Rodney com Jake – é designada por seu editor a se infiltrar na gangue de Luva e descobrir quem realmente cometeu os assassinatos.
Elenco Joan Crawford como Bonnie Jordan Lester Vail como Robert "Bob" Townsend Cliff Edwards como Bert Scranton William Bakewell como Rodney Jordan Clark Gable como Jake Luva William Holden como Stanley Jordan Earl Foxe como Wally Baxter Purnell B. Pratt como Parker Hale Hamilton como Selby Natalie Moorhead como Della Joan Marsh como Sylvia Russell Hopton como Whitey Sam McDaniel como Mordomo de Jake Luva
Produção Vários eventos do roteiro são vagamente baseados em crimes da vida real, que ocorreram em Chicago antes da produção do filme, como: o Massacre do Dia de São Valentim em 1929, e o assassinato do repórter Jake Lingle por bandidos em 1930.
Recepção A revista Photoplay comentou: "Mais uma vez, Joan Crawford prova ser uma grande atriz dramática. A história ... é uma besteira, mas é uma besteira boa, e Joan dá vida à sua caracterização". Andre Sennwald, em sua crítica para o The New York Times, observou: "A atuação de Srta. Crawford ainda é autoconsciente, mas seus admiradores acharão seu desempenho bem à altura de seu padrão".
Bilheteria De acordo com os registros da Metro-Goldwyn-Mayer, o filme arrecadou US$ 848.000 nacionalmente e US$ 420.000 no exterior, totalizando US$ 1.268.000 mundialmente. O retorno lucrativo da produção foi de US$ 524.000.
Ligações externas Cartaz para o lançamento sueco de Dance, Fools, Dance Fotografias no pre-code.com Revisões, lobby cards, e fotografias no www.joancrawfordbest.com
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