The Gods of the Copybook Headings (Os Deuses dos Cabeçalhos dos Cadernos de Cópias) é um poema de Rudyard Kipling, caracterizado pelo biógrafo Sir David Gilmour como uma das várias "ferozes erupções do pós-guerra" da amargura de Kipling em relação ao estado da sociedade anglo-europeia da altura, publicado pela primeira vez no Sunday Pictorial de Londres em 26 de outubro de 1919. Posteriormente publicado na América com o título "The Gods of the Copybook Maxims" (Os Deuses das Máximas dos Cadernos de Cópias) na Harper's Magazine em janeiro de 1920.

No poema, o narrador contrapõe os "deuses" do título, que personificam verdades eternas, aos "deuses do mercado", que representam o auto-engano optimista no qual a sociedade do início do século XX havia caído.

Interpretação O narrador contrasta a sabedoria eterna dos cabeçalhos com as ideias modernas do mercado. O poema inclui referências, por via de períodos geológicos, à política de desarmamento do primeiro ministro britânico Lloyd George (as medidas câmbricas), ao feminismo (os arenitos famenianos), e às políticas socialistas advogadas pelos sindicatos de mineiros (a época carbonífera).

Categoria:Poemas de Rudyard Kipling Categoria:Poemas da década de 1910