Mario Palumbo Junior, mais conhecido como Delegado Palumbo (São Paulo, 16 de agosto de 1974) é um delegado de polícia e político brasileiro, atual deputado federal por São Paulo, filiado ao Podemos.
É cristão, filho de Mario Palumbo, italiano e ex-sacerdote, e de Margarida de Toledo Palumbo. É casado com a professora e coordenadora pedagógica Sabrina Moreira Rocha Palumbo, com quem tem dois filhos, Giovanna e Antonello.
Biografia
Formação Palumbo ingressou no curso de Direito na Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp). Em 1998, mudou-se para São Paulo para se preparar para o concurso da Polícia Civil.
Carreira policial Palumbo iniciou sua trajetória como delegado no 47º Distrito Policial (Capão Redondo) e, posteriormente, no 16º Distrito Policial (Vila Clementino). Entre 2001 e 2010, integrou o Grupo de Operações Especiais (GOE).
Após atuar no Departamento de Narcóticos (Denarc), ingressou em 2011 no Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (GARRA).
Em 2015, assumiu a supervisão do GARRA.
Carreira política Incentivado por colegas e cidadãos que acompanhavam sua atuação, ingressou na política em 2020, sendo eleito vereador da cidade de São Paulo com 118.395 votos, a terceira maior votação daquele pleito.
Nas eleições de 2022, foi eleito deputado federal por São Paulo com 254.898 votos.
Reconhecimentos Recebeu o Prêmio Excelência Parlamentar nos anos de 2023 e 2026, promovido pela organização Ranking dos Políticos.
Polêmicas
Calúnia a Borracharia Em janeiro de 2026, a Justiça do Estado de São Paulo condenou Palumbo ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 5 mil ao proprietário de uma borracharia localizada no município de Caieiras. A ação judicial teve origem em um vídeo publicado pelo deputado em 2023, no qual ele denunciava supostas irregularidades em um pátio credenciado ao Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP). No vídeo, o parlamentar associou a borracharia a um suposto esquema de coação de motoristas, afirmando que proprietários de veículos seriam obrigados a levar seus carros ao estabelecimento para evitar apreensões.
A juíza Diana Cristina Silva Spessotto, da 2ª Vara do Tribunal de Justiça de São Paulo em Caieiras, entendeu que não havia provas suficientes do envolvimento do estabelecimento no esquema denunciado e que a publicação configurou calúnia e difamação, causando prejuízo à imagem do comércio. A magistrada determinou o pagamento da indenização e a retirada do conteúdo das redes sociais. A decisão foi proferida em primeira instância, e o deputado declarou que pretende recorrer da sentença.
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