Arnaldo Tertuliano de Oliveira Quintella (Recife, – Rio de Janeiro, ) foi um médico brasileiro.BARRETO, Luiz de Gonzaga Braga. Participação de Pernambuco na Academia Nacional de Medicina (1829 a 2021). Olinda: Nova Presença, 2021. Pág. 63-64

Sua vida Filho de Teopompo Magno de Oliveira Quintella e Ana Josefina Quintella, nasceu no Recife em 27 de abril de 1880.

Doutorou-se pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1902.

Foi interno do Hospital São João Baptista, de Niterói.

Médico Exerceu as seguintes funções clínicas: Médico adjunto e cirurgião na Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro; Médico auxiliar na Maternidade do Rio de Janeiro; Cirurgião no Hospital da Gamboa

Docente Indicado para ser professor de Farmacologia, recusou, no entanto, a função. Assumiu, depois, a livre-docência de Clínica Obstétrica da faculdade onde formou-se.

Escritor Foi redator dos seguintes periódicos: Revista de Ginecologia e Obstetrícia; Revista Siniátrica (colaborador); Arquivos Brasileiros de Medicina; Brasil Médico; Annales de Ginecologie et d'Obstétrique de Paris; Revista Argentina de Obstetrícia e Ginecologia.

Foi eleito membro da Academia Nacional de Medicina em 1910.Biografia em www.anm.org.br

Sua morte Foi assassinado em seu consultório no Rio de Janeiro.O enterro do Dr. Arnaldo Quintella em O Paiz, 11 de março de 1922Assassinato do Dr. Arnaldo Quintela - in: BARRETO, Luiz de Gonzaga Braga. Participação de Pernambuco na Academia Nacional de Medicina (1829 a 2021). Olinda: Nova Presença, 2021. Pág.79-90

Quando exercia sua atividade de clínico, em seu consultório, foi abordado por uma antiga paciente, Rachel Cezar Martins, esposa do capítão de fragata Dyonísio Martins, que lhe deflagrou dois tiros de revólver a queima-roupa e, fugindo em seguida, tentou o suicídio, atirando em sua cabeça. Atingido no tórax, o médico teve morte imediata, por hemorragia interna.

Investigação policial traçou todo o caminho da assassina nos últimos dias, quando foi dada por desaparecida, chegando à conclusão de tratar-se de paciente com problema psiquiátrico, obsessiva, que dizia que precisava de matar o Dr. Quintella.

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