Esta página traz uma lista de unidades federativas do Brasil por arrecadação de tributos gerais segundo dados de 2016 do Ministério da Fazenda (atualmente Ministério da Economia). A arrecadação de tributos administrados pela RFB, como CPMF (extinta) e IOF, é realizada de forma centralizada. Desta forma, não há registro de arrecadação em Estados onde não há matriz de instituição financeira.

A arrecadação das receitas federais por UF, no ano base 2016:

Posição Unidade federativaArrecadação (em R$ 1.000,00) 1 289 904 179,6401 518 819 154,1232 194 874 562,6313 161 437 925,406 4 70 098 287,0035 63 230 128,0536 61 649 557,7087 45 790 939,7658 24 933 231,7109 22 609 835,747 10 18 046 611,00911 17 358 816,88112 14 578 866,041 13 13 198 950,02214 9 991 293,12015 8 991 182,79816 7 111 738,834 17 7 060 392,46118 5 745 882,44419 5 252 308,72420 3 789 644,44721 3 719 648,84922 3 659 829,189 23 2 958 777,01224 1 930 323,18125 1 184 763,61626 999 411,39327 882 117,470

Em 2022, os 27 estados brasileiros contribuíram com R$ 2,218 trilhões em impostos para o governo federal mas apenas R$ 607,8 bilhões foram repassados de volta pelos governos municipais e estaduais, representando pouco mais de um quarto do valor total arrecadado em tributos federais.

O estado de São Paulo lidera como o estado que mais contribui com impostos federais e o que recebe menos de volta, totalizando R$ 830 bilhões apenas no último ano. Em seguida, destacam-se o Rio de Janeiro (R$ 447 bi), Distrito Federal (R$ 158 bi), Minas Gerais (R$ 141 bi), Santa Catarina (R$ 107 bi), Rio Grande do Sul (R$ 102,8 bi) e Paraná (R$ 100 bi). Por outro lado, entre os estados que menos contribuem estão o Amapá (R$ 1,79 bi), Roraima (R$ 1,8 bi), Acre (R$ 2 bi), Tocantins (R$ 4,8 bi), Rondônia (R$ 5,63 bi), Sergipe (R$ 6,4 bi) e Piauí (R$ 6,7 bi).

Categoria:Impostos do Brasil Arrecadação