Carlos Augusto Nogueira Pinto (Nova Iguaçu, 19 de agosto de 1975) é um delegado, professor e político brasileiro, filiado ao Partido Liberal (PL). É deputado estadual do Rio de Janeiro.
Biografia Formado em direito na Universidade Gama Filho, ingressou na Polícia Civil em 2002. Foi professor de direito penal em universidades e cursos preparatórios.
Foi delegado na 16ª DP, na Barra da Tijuca. Em 2008, apurou a ocorrência do jogador Ronaldo, que se envolveu numa confusão com três travestis. Na época, o atleta se disse vítima de extorsão, enquanto que os travestis alegavam que ele teria dado calote em um programa. Outra ocorrência que fez o delegado parar nas manchetes foi a da prisão do jogador Romário, na época acusado de não pagar pensão alimentícia dos dois filhos mais velhos.
Em 2014, passou a ser comentarista de segurança pública no programa SBT Rio.
Carreira política Em 2016, concorreu à prefeitura de Nova Iguaçu pelo PSDB, e ficou em quarto lugar com votos (9,63% dos válidos).
Em 2018, foi eleito deputado estadual pelo PSD com votos. Presidiu a Comissão de Segurança Pública e Assuntos de Polícia da ALERJ.
Em junho de 2020, foi convidado pelo governado Wilson Witzel para ocupar o cargo de secretário de Polícia Civil, contudo, não aceitou. No mesmo ano, concorreu novamente a prefeito de Nova Iguaçu, obtendo o terceiro lugar com votos (9,76% dos válidos).
Em 2022, tentou a reeleição como deputado estadual, mas ficou apenas com a suplência, tendo recebido votos. Após o pleito, tornou-se chefe de gabinete do deputado estadual Val Ceasa. Assumiu o mandato interinamente em 2 de outubro de 2023 e em definitivo em janeiro de 2025, com a renúncia de Doutor Serginho para assumir a prefeitura de Cabo Frio.
Em fevereiro de 2024, estava licenciado e não participou da votação que determinou o fim do afastamento da deputada Lucinha, determinado pelo Tribunal de Justiça do estado por ela ser acusada de possuir ligações com milicianos.
Em dezembro de 2025, votou contra a soltura de Rodrigo Bacellar, então presidente afastado da ALERJ, acusado de vazar a operação que prendeu o então deputado estadual TH Joias, associado à facção criminosa Comando Vermelho.
Em 31 de março de 2026, assumiu de facto a titularidade de deputado estadual, após a cassação de Bacellar.
Ligações externas
Categoria:Deputados estaduais do Rio de Janeiro Categoria:Naturais da cidade do Rio de Janeiro Categoria:Membros do Partido Social Democrático (2011) do Rio de Janeiro Categoria:Membros do Partido da Social Democracia Brasileira do Rio de Janeiro Categoria:Membros do Partido Liberal (2006) do Rio de Janeiro Categoria:Policiais do estado do Rio de Janeiro