Entrando Numa Roubada é um filme brasileiro de 2015. Foi apresentado em 200 salas de cinema no Brasil. No início da produção se chamava "A Estrada".
Sinopse Após ganhar um prêmio de cem mil reais de um concurso de roteiros, Vitor (Bruno Torres), que tem uma carreira de ator mal sucedida, decide produzir um filme e contata seus antigos e fracassados amigos. Laura (Deborah Secco) e Eric (Júlio Andrade), atores e Walter (Lúcio Mauro Filho), que é diretor, decidem participar do filme chamado "Aceleração Máxima", onde se desenvolve na estrada.
Elenco Deborah Secco ... Laura Lúcio Mauro Filho ... Walter Júlio Andrade ... Eric Bruno Torres ... Vitor Ana Carolina Machado ... Leticia Marcos Veras ... Alex Tadeu Mello ... Mario Jorge Tonico Pereira ... João Thogun ... Julio João Guilherme Ávila ... Jarbas Mariana Boccara ... refém #2 Maira Chasseroux ... mãe Wagner Galvão ... apresentador José Mojica Marins ... gerente Luisa Micheletti ... repórter da TV Manoela Paixão ... refém #1 Ranieri Rizza ... torturado Reiner Tenente... tio Aramis Trindade... Armando / Joe Joe Theo Werneck... policial #2 Otavio Zobaran... policial #1
Recepção Do Zero Hora, Roger Lerina escreveu: "Rodado com um orçamento baixo, de R$ 1,8 milhões, "Entrando numa Roubada" replica em certa medida o entusiasmo e o espírito coletivo que move os personagens na trama."
Do Omelete, Gabriella Feola: "Entrando numa Roubada" começa intrigante e envolve o espectador com boas tomadas, cortes dinâmicos e a trilha sonora coroa o ritmo do filme [...] A inocência cega dos atores que, diante de tantas falhas, ainda acreditam que estão fazendo uma grande obra de arte, beira o ridículo.""
Cineweb, Alysson Oliveira: "É preciso certa de dose de boa vontade com "Entrando numa Roubada". Mas os personagens merecem? [...] Parece que não. Ninguém se destaca como digno de alguma simpatia. Entre caricatos, egocêntricos e egoístas, são figuras que esbarram em seus excessos e limitações...""
O Globo, Sérgio Rizzo: "Mistura desequilibrada de ação com comédia de humor negro [...] Algo do cinema de Quentin Tarantino paira no ar, mas nem mesmo o tom de pastiche torna divertida a brincadeira.""
Papo de Cinema, Leonardo Ribeiro: "As improbabilidades da história são tantas que fica difícil saber por onde começar, pois nem a pessoa com o maior poder de suspensão de descrença é capaz de aceitar a completa ausência de lógica do roteiro.""
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