Orgulho branco é um slogan que indica orgulho em ser branco. O slogan é usado principalmente por separatistas brancos, organizações neonazistas e supremacistas brancos.

Defensores do orgulho branco afirmam que há um duplo padrão cultural em que são permitidos apenas determinados grupos étnicos de expressar abertamente o orgulho de sua herança, e que o orgulho branco não é inerentemente racista, sendo mais ou menos análogo a posições raciais como orgulho asiático, orgulho negro, ou formas não-raciais como o orgulho gay..

Estados Unidos

Carol M. Swain e Russell Nieli declaram que o movimento de orgulho branco () é um fenômeno relativamente novo nos Estados Unidos, argumentando que, ao longo da década de 1990, "um novo movimento de orgulho branco, protesto branco, e de consciência branca desenvolveu-se nos Estados Unidos". Eles identificam três fatores contribuintes: um influxo de imigrantes durante os anos 1980 e 1990, o ressentimento em relação às políticas de ação afirmativa e o crescimento da Internet como uma ferramenta para a expressão e mobilização das reclamações. *.

O slogan "White Pride, World Wide" aparece no logotipo do Stormfront, um site pertencente e operado por Don Black, que foi anteriormente um Grand Wizard da Ku Klux Klan. Os Cavaleiros Brancos do Norte da Georgia da Ku Klux Klan descrevem-se como "um movimento patriótico branco de avivamento cristão dedicado a preservar a manutenção do orgulho branco e os direitos da raça branca".

No Brasil As bandeiras do grupo são as seguintes: defesa da pureza racial, ataque ao multiculturalismo perverso e antinatural, retorno dos brancos à Europa para unificar a raça e defesa da superioridade dos países nórdicos. Os apologistas dessa ideologia não se relacionam com pessoas de outras raças, defendem o conceito biológico de raça, rechaçam a miscigenação racial, negam serem racistas, afirmam que existem brancos puros e mestiços de pele branca, não aceitam o rótulo de nazistas e sugerem que a África é subdesenvolvida devido à sua população negra.Entrevista com defensores do orgulho branco. Yahoo, página acessada em 15 de novembro de 2013.

Embora o racismo e o preconceito sejam proibidos pela legislação brasileira, os apologistas do orgulho branco mantêm páginas no Facebook, que têm causado indignação entre os internautas, com diversas denúncias à rede social e às autoridades. Em uma dessas páginas, que possui mais de 2.800 curtidas, advoga uma luta contra a extinção da raça. Entretanto, Maurício Santoro, assessor de Direitos Humanos da Anistia Internacional no Brasil, assegura: “A própria ideia de que a humanidade se divide em raças definidas, e é possível identificá-las, é completamente absurda do ponto de vista biológico. Essa é uma concepção do século XIX que não se sustenta mais”. E o promotor de justiça do Ministério Público de Minas Gerais esclarece que “qualquer tipo de conduta que traga algum traço de discriminação racial pode ser considerado crime”.Site prega orgulho de ser branco. O Tempo Brasil, página acessada em 15 de novembro de 2013.

Críticas

O filósofo David Ingram argumenta que "afirmar orgulho negro" não é equivalente a "afirmar orgulho branco, uma vez que o anterior - ao contrário deste último - seria uma estratégia defensiva destinada a retificar um estereótipo negativo". . Por outro lado, então, "afirmações de orgulho branco - todavia mal disfarçadas como afirmações de orgulho étnico - servem para mascarar e perpetuar o privilégio branco".

Os críticos argumentam que ideias tais como orgulho branco existem apenas para fornecer uma imagem pública limpa para a supremacia branca. Afirmam que o objetivo não declarado do movimento nacionalista branco é apelar para um público maior, e que a maioria dos grupos nacionalistas brancos promovem separatismo branco e violência racial. This may perhaps be the goal of the "white separatist" movement, but the term white pride must only be accepted to acknowledge the pride a white person is rarely allowed to feel based on their culture and upbringing because of the oppression now legally allowed by most minority groups.

Bibliografia . . . . .

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