thumb|upright=2|Mapa que mostra oito cumes que podem ser considerados segundos cumes dos respetivos continentes, segundo as interpretações sobre os limites continentais. Os sete segundos cumes () são as segundas montanhas de maior altitude em cada um dos sete continentes. A ideia de realizar a ascensão destas montanhas terá surgido em meados da década de 1990, quando o desafio dos sete cumes, os picos mais altos de cada continente, começou a popularizar-se e se sabe que muitos dos segundos picos são geralmente considerados mais difíceis do que os primeiros. Além dos problemas relativos às fronteiras dos continentes, em especial da delimitação da Oceania e da Europa, que já era colocado na listagem dos sete cumes dos sete continentes, surge a distinção subjetiva entre "verdadeiro cume" e pico secundário (em função da proeminência topográfica), e o facto de que a altitude de alguns picos não se sabe com certeza ou precisão, vêm complicar a elaboração destas listas. Apesar destas dificuldades, seis dos sete picos que em geral obtêm consenso são: Monte Quénia em África; Monte Tyree na Antártida; K2 na Ásia Dykh-Tau na Europa Monte Logan na América do Norte; Ojos del Salado na América do Sul. Já na Oceania, o Puncak Trikora, o Sumantri o Ngga Pulu e o Puncak Mandala surgem nas diversas listas.
Fuente y licencia
Basado en: Wikipedia — Sete segundos cumes · historial de autores.
Texto: CC BY-SA 4.0.
Información sobre la adaptación
Se eliminó la sintaxis wiki y las plantillas; los textos largos se abreviaron.