350px| direita| thumb| Árvore e seus frutos.Por Abraham Bloemaert, atualmente no Rijksmuseum, em Amsterdã. A Árvore e seus Frutos, também chamada de Árvores e seus Frutos ou Discurso sobre os falsos profetas, é uma parábola de Jesus sobre testar uma pessoa. Passagens com significado similar aparecem no Novo Testamento em e em Jesus in the first three Gospels by Millar Burrows, 1977 ISBN 068720089X pages 122 and 195Matthew by Douglas Hare 2009 ISBN 066423433X page 34.
Relato bíblico Em Mateus:
Em Lucas:
Apócrifos Uma passagem similar aparece no apócrifo do Novo Testamento Evangelho de Tomé, 45 (tradução para o inglês de Patterson-Meyer):
Interpretação Os falsos profetas O pregador e teólogo arminiano John Wesley observa que esta parábola contém um guia importante para reconhecer falsos profetas: Profetas legítimos convertem pecadores a Deus, ou ao menos confirmam e fortalecem a fé dos cristãos, enquanto falsos profetas não. Wesley também afirma que, por causa da simplicidade desta regra, ela pode ser adotada por pessoas com pouca capacidade de raciocínio profundo.
Craig Keener aponta que de acordo com os termos do Antigo Testamento, um profeta era reconhecido como falso caso por dois motivos:
Caso ele distanciasse as pessoas do verdadeiro Deus (Deuteronômio 13), defendendo a idolatria ou negando a Lei de Moisés Caso as palavras da sua profecia não se cumprissem
Craig Keener também argumenta que "embora muitos judeus instruídos da não acreditassem que ainda existiam profetas tal como no Antigo Testamento, eles ainda acreditavam que falsos profetas ainda existiam [tradução livre]". Keener também indica que há registros de falsos profetas no primeiro século da era cristã por autores como Flávio Josefo.
Assim como essa parábola, a Didaquê também apresenta o teste moral como uma maneira de avaliar a autenticidade de um profeta.
Contraste entre figos e uvas contra espinhos e abrolhos Craig Keener diz que "figos e uvas eram comumente cultivados juntos e eram dois do produtos mais comuns da agricultura da Palestina [tradução livre]". Keener também afirma que estes dois bens eram uns dois mais valiosos e consumidos nos tempos de Jesus enquanto espinhos e abrolhos eram desprezados pelos agricultores, pois atrapalhavam o trabalho no campo.
Ligações externas As Parábolas de Jesus: A Árvore e seus Frutos
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