O gênero de Deus pode ser visto como um aspecto literal ou alegórico de uma divindade.
Em religiões politeístas, os deuses mais comumente possuem gêneros sexuais literais que os permitem interagir uns com os outros, e até mesmo com humanos, de maneira sexual (ex.: mitologia grega). Em candomblé e hinduísmo, há divindades andróginas como Ardanaríxvara e Oxumarê.
As religiões abraâmicas adoram um único Deus, que, nas maior parte das interpretações de Javé, Deus, o Pai e Alá, não possui forma física. Embora muitas vezes refiram-se à divindidade com pronomes de gênero, muitas denominações abraâmicas usam o "gênero divino" primariamente como uma analogia para melhor ilustrar o conceito de Deus, sem nenhuma conotação sexual.
Em tradições cristãs trinitárias, acredita-se que Jesus, que é homem, é a manifestação física do pré-existente Deus, o Filho.
Em teologia queer ou igrejas inclusivas, autorias descrevem Deus como sem gênero, afirmam que possui todos os gêneros, transcende o conceito de gênero ou teria um gênero divino. Esses debates geralmente causam polêmica e controvérsia entre fundamentalistas cristãos e religiosos tradicionais.
Referências
Categoria:Deus (monoteísmo) Categoria:Gênero