O Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA/MG) é uma fundação pública estadual vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais.

Foi criado pelo governo do estado através da Lei nº 5.775, em 30 de setembro de 1971, com a finalidade de pesquisar, proteger e promover os patrimônios cultural, histórico, natural e científico no estado de Minas Gerais.

Atuação e Competências O IEPHA/MG atua na formulação e execução de políticas públicas voltadas à preservação do patrimônio cultural mineiro. Isso abrange processos de tombamento de bens materiais, o registro de bens imateriais, a conservação de sítios históricos e a proteção contínua de manifestações culturais tradicionais no estado. Em 2020, o Instituto teve sua sede realocada para o histórico "Prédio Verde", edifício que integra o conjunto arquitetônico da Praça da Liberdade.

Em cumprimento à Lei Delegada nº 149, de 2007, o IEPHA/MG deve observar as deliberações do Conselho Estadual do Patrimônio Cultural (Conep) no âmbito de suas competências, bem como instruir técnica e operacionalmente os processos desse conselho.

Além de proteger e promover a cultura, o Instituto busca uma maior articulação com os espaços urbanos, com os grupos artísticos mineiros e com o público geral, estimulando uma interação forte entre a política cultural estadual e a sociedade.

Ações de Destaque

Circuito de Presépios e Lapinhas de Minas Gerais No Natal de 2016, o IEPHA/MG organizou um circuito estadual de visitação em prol das tradições natalinas, batizado de "Circuito de Presépios e Lapinhas de Minas Gerais". A ação integrou cerca de 250 presépios, de caráter residencial e comunitário, montados em 150 cidades diferentes dentro do território mineiro.

Dentre os presépios cadastrados no guia online disponibilizado para a realização do roteiro daquele ano, nove estavam na cidade de Várzea da Palma, no norte de Minas Gerais, que ganhou destaque por sediar a maior quantidade de espaços abertos para visitação. Em seguida, destacaram-se Carmo do Cajuru, com oito presépios; Jaboticatubas e Medina, com sete; Oliveira, com seis; e os municípios de Barão de Cocais, Piranguçu e Jequitinhonha, que registraram cinco presépios cada.

Essa iniciativa fortaleceu as políticas de difusão, inventário e promoção do patrimônio imaterial defendidas pelo Governo de Minas Gerais e protegidas pelo Instituto.

Ligações externas Página oficial do IEPHA/MG

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