Orlando Geraldo Rego de Carvalho, conhecido como O. G. Rego de Carvalho, (Oeiras, — Teresina, ) foi um escritor romancista brasileiro.

Ocupava a cadeira número 6 da Academia Piauiense de Letras e, além de romancista, era também Bacharel em Direito, professor e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Doutor “Honoris Causa” da Universidade Federal do Piauí, integrou o Grupo Meridiano e pertence à Geração 45. Juntamente com o poeta H Dobal e o crítico M. Paulo Nunes, lançou em 1949 a revista "Caderno de Letras Meridiano", um marco dentro do Modernismo Piauiense.

Sua obra mais marcante é Rio Subterrâneo, quando o escritor expõe de forma crua as neuroses, conflitos, medos, loucura e solidão de seus personagens.

Faleceu na manhã de 9 de novembro de 2013 no Hospital São Paulo em Teresina, aos 83 anos, de falência múltipla dos órgãos, após oito dias internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital.

O escritor era descendente do primeiro Intendente Municipal de Oeiras após a Proclamação da República, o Coronel Luís de Moraes Rego. Sua avó paterna, Leonísia Teixeira Rego era irmã da avó materna, Anathalia Teixeira Rego, ambas filhas do Coronel. Sua mãe, filha de Anathalia e Orlando Carvalho, ex-deputado estadual pelo Piauí e ex-prefeito de Oeiras. Seu pai, filho de Leonísia e José de Lima e Silva Carvalho, filho do Marechal Luís José Pereira de Carvalho, Barão com Grandeza de Sepé.

Principais obras Ulisses Entre o Amor e a Morte, 1953 Amarga Solidão, 1956 Rio Subterrâneo, 1967 Somos Todos Inocentes, 1971 Como e Por Que Me Fiz Escritor, 1989 Ficção Reunida, 2001

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