thumb|right|275px|Localização da cidade Os atentados a bomba em Argel, a capital da Argélia, ocorreram no dia 11 de dezembro de 2007, às 9h30min da manhã, horário local, em frente a sede do Acnur.

Dois carros-bomba explodiram, quase simultaneamente, com intervalo de tempo de apenas 10 minutos entre um e outro.

O saldo de mortes no ataque foi de 67 pessoas: 11 delas eram inspetores da ONU. Os feridos chegam quase a 180.

A autoria dos ataques à cidade foi reivindicada pela Al Qaeda no Magreb. Reações internacionais thumb|right|275px|Vista de Argel 20px|border ONU: O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, condenou energicamente os ataques terroristas. "As palavras não podem expressar meus sentimentos de estupor, indignação e cólera após o atentado terrorista cometido contra a missão da ONU em Argel". 20px|border Brasil: O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou uma mensagem de solidariedade ao presidente argelino, em que transmite "a solidariedade do povo e do Governo do Brasil". 20px|border França: O presidente francês, Nicolas Sarkozy em conversa com o presidente argelino, Abdelaziz Bouteflika, condenou os ataques e os chamou de 'bárbaros'. 20px|border Filipinas: O país se alinhou ao resto da Comunidade Internacional e condenou os ataques. 20px|border Estados Unidos: O presidente estadunidense George W.Bush condenou os ataques e se disse solidário aos argelinos. 20px|border Reino Unido: O ministro de Assuntos Exteriores do Reino Unido, David Miliband, classificou como "terrível atrocidade" os atentados, e ofereceu "qualquer ajuda possível" ao Governo argelino. 20px|border União Europeia: A presidência da UE condena vigorosamente os atentados terroristas, e expressou suas condolências e solidariedade às famílias das vítimas.

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