Ferjalla Rizkalla (Rio de Janeiro, 10 de janeiro de 1914 – Rio de Janeiro, 23 de setembro de 1971), mais conhecido como Deo foi um cantor e compositor brasileiro.http://www.dicionariompb.com

Vida pessoal Era filho de imigrantes libaneses.

Sucessos A casta Susana, Alcyr Pires Vermelho e Ary Barroso (1939) A morena que eu gosto, J. Batista e Marino Pinto, (1942), c/Regional de Benedito Lacerda A vida cor-de-rosa (La vie en rose), Louiguy e Edith Piaf, versão de Oswaldo Santiago (1949) Ainda sou seu amigo, Geraldo Pereira (1946) Brasil, usina do mundo, Alcyr Pires Vermelho e João de Barro (1943) De qualquer maneira, Ary Barroso e Noel Rosa (1939) E o 56 não veio, Haroldo Lobo e Wilson Batista (1944) Eu nasci no morro, Ary Barroso (1944) Infidelidade, Américo Seixas e Ataulfo Alves (1948) Lá vem o Ipanema, Arlindo Marques Júnior, Marina Batista e Roberto Roberti, (1947) c/Raul de Barros & Regional Mulher de luxo, Edelir Gameiro e Newton Teixeira (1942) Não é economia (Alô, pandeiro), Haroldo Lobo e Wilson Batista (1943) Piano alemão (Wir Haben Ein Klavier), Jupp Schmitz e Johnny Bartels, versão de Júlio Nagib (1955) Pra machucar meu coração, Ary Barroso (1943) c/Chiquinho & Seu Ritmo Quando uma estrela sorri, David Nasser e Donga (1941) Reconciliação, Marino Pinto e Waldemar Gomes (1943) Se você soubesse, Walmurio (1942) Sinfonia do café, Humberto Teixeira (1951) c/Coro dos Apiacás Sinto lágrimas, Aloísio Silva Araújo e Francisco Malfitano (1936) Xô, peru, Humberto Teixeira e Lauro Maia (1946)

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