The Bell Curve: Intelligence and Class Structure in American Life (referenciando uma distribuição normal) é um livro de 1994, de autoria do psicólogo Richard J. Herrnstein e do cientista político Charles Murray, no qual os autores argumentam que a inteligência humana é substancialmente influenciada tanto por fatores hereditários quanto ambientais e que ela é um preditor melhor de muitos resultados pessoais — incluindo renda financeira, desempenho profissional, nascimento fora do casamento e envolvimento com o crime — do que o status socioeconômico dos pais do indivíduo. O livro foi considerado controverso por postular que o desempenho maior de brancos não-hispânicos em testes de QI nos Estados Unidos teria origem parcialmente genética. Tornou-se fenômeno na ciência popular. O livro foi criticado por alguns intelectuais como Noam Chomsky, que criticou a ideia que heritabilidade é meramente genética e o paleontólogo Stephen Jay Gould que lançou uma versão extendida de seu livro The Mismeasure of Men [en].
Pensadores e cientistas como Sam Harris, um dos quatro "cavalheiros" do ateísmo, co-autor Charles Murray, James Watson, Steven Pinker, entre outros como o psicólogo Jordan Peterson em uma conversa com o podcaster Lex Fridman, já engagaram discussões sobre o livro.
O Southern Poverty Law Center descreveu Murray como relacionado ao nacionalismo branco que usou os dados para argumentar para a inferioridade de latinos e negros e apontou como foi criticado por citar pesquisas de fontes como a Pioneer Fund [en], descrito como supremacista branco em natureza.
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