What We Think When We Think About Football (em tradução livre para o português: O que pensamos quando pensamos em futebol) é um livro escrito pelo filósofo britânico , publicado em 2017 pela Penguin Books nos Estados Unidos. No Reino Unido, o livro foi publicado pela , no mesmo ano.
Conteúdo Em What We Think When We Think About Football, o filósofo britânico e professor da The New School, em Nova Iorque, nos Estados Unidos, , propõe uma leitura fenomenológica do futebol centrada em uma abordagem “fenomenológica” do jogo e no esboço de uma “poética da experiência do futebol”, não em termos de táticas ou estatísticas, mas em termos da experiência vivida de jogar, torcer e assistir a uma partida.
O livro explora o que o futebol revela sobre memória, história, lugar, classe social, gênero e identidades familiares, tribais e nacionais, bem como sobre a natureza dos grupos humanos. Para o autor, o esporte é, em sua forma, essencialmente coletivo e até mesmo socialista, mas existe imerso em uma lógica de ganância, corrupção, capitalismo e autocracia; a partir dessa tensão, ele delineia uma estética. Ao longo do livro, Critchley recorre a referências da filosofia continental, como Martin Heidegger, Jean-Paul Sartre, Maurice Merleau-Ponty e Hans-Georg Gadamer, e ilustra suas ideias com figuras do futebol mundial, como Zinedine Zidane, Johan Cruyff, Brian Clough, Don Revie, Bill Shankly e Jürgen Klopp.
Recepção Alan Pattullo, do jornal escocês The Scotsman, fez uma resenha em grande parte positiva e observou que: “A ideia de que o futebol é muito mais do que apenas um jogo não é nova, é claro. Ainda assim, este é um livrinho instigante que recompensa a perseverança do leitor, mesmo que, em algumas partes, possa ser um pouco denso.”
Cristovão Feil, do jornal digital brasileiro Brasil de Fato, fez uma resenha positiva do livro e observou que “uUm dos temas centrais do livro é a contradição inerente ao futebol. Por um lado, Critchley argumenta que o esporte é ‘essencialmente colaborativo, até mesmo socialista’, um espaço para a coletividade e o prazer compartilhado. Por outro lado, ele reconhece que o futebol existe ‘envolto em uma mistura de ganância, corrupção, capitalismo e autocracia’.”
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