Coletivo Afrobapho, ou simplesmente Afrobapho, é um coletivo cultural brasileiro de pessoas jovens negras LGBT+ periféricas de Salvador, Bahia.

Sua atuação está ligada à ocupação de espaços por artistas negros periféricos para valorização de suas produções artísticas, à visibilização das necropolíticas de genocídio da juventude negra brasileira, às interseccionalidades entre raça e sexualidade. Assim, sua produção artística guarda propósitos políticos de militância social, sexual, racial e genérica e sua disseminação ganha a propulsão de mídias digitais e alternativas, necessária para a mobilização e sensibilização sociais objetivadas.

Fundado em 2015, tem origens na criação de um grupo no aplicativo de mensagens WhatsApp depois de uma página no serviço de rede social virtual Facebook para discutir experiências ligadas às identidades de jovem, gay, negro, periférico, ambos pelo artista baiano Alan Costa. Participou da edição de 2018 do Fórum Social Mundial, realizada em Salvador.

Com inspiração na festa Batekoo e no documentário Paris Is Burning, organizam a Festa Afrobapho com edições em Salvador e algumas outras cidades brasileiras, além de diversos outros eventos voltados ao artivismo.

Ver também Âncora do Marujo Grupo Gay da Bahia Dendê Futebol Clube Direitos LGBT na Bahia Lacraia (dançarina) Jorge Lafond Léo Kret Paulete Furacão

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