A SEACOM lançou o primeiro sistema de cabos submarinos de banda larga da África ao longo da costa sul do continente em 2009. A SEACOM é operada por empresas privadas.
A criação da SEACOM se inicia por conta de uma insatisfação de Brian Herlihy, ao se deparar com os modelos de conexão com rede de internet a época, com poucas opções (Consorcio SAFE e via Satelite) e preço elevado.
Tecnologia e estrutura do cabo direita|miniaturadaimagem|300x300px|Uma sessão transversal de um ponto de chegada de um cabo de comunicação submarino moderno.
1 – Polietileno2 – Poliéster
3 – Fio de aço trançado 4 – Barreira de Alumínio contra agua
5 – Policarbonato6 – Tubo de Cobre ou alumínio
7 – Vaselina 8 – Fibra óptica Pares de fibra óptica são providos de Mtunzini até a França em um ponto de presença (PoP) na Marselha, assim como da Tanzânia até a Índia dentro de um POP em Mumbai.
A SEACOM também construiu uma rede europeia on-net, gerenciada e operada pela própria empresa, para entregar a camada de transporte, protocolo de internet (IP), e Comutação de Rótulos Multiprotocolo (MPLS) nas cidades Europeias:
Amsterdã, Países Baixos Frankfurt, Alemanha Londres, Reino Unido Marselha, França Slough, Reino Unido
Por redes terceirizadas, a SEACOM também entrega esses serviços em outras localidades na Europa sem cobertura nas cidades citadas acima.
A implementação, é uma solução de cabo duplo blindado, cabo simples blindado, proteção especial (com um revestimento metálico abaixo do isolador, ao invés de fios de aço), e um cabo enxuto sem blindagem, usado em aguas profundas. Em aguas rasas tipicamente existe mais blindagem, em comparação aos cabos submarinos mais ao fundo.
O cabo submarino é um tubo projetado para determinar a quantidade e a localização relativa ao longo da transmissão para cada tipo da fibra. Múltiplos tipos de fibra são usados no cabo submarino: fibra com dispersão deslocada e fibra de dispersão deslocada não zero.
Os repetidores são amplificadores ópticos, que usam amplificadores de Érbio dopado. Existem 150 repetidores no sistema SEACOM. Eles são espaçado ao longo do cabo em dezenas de quilômetros além da distancia entre os repetidores variando dependendo do segmento no sistema. O espaçamento do repetidor é terminado por vários fatores, incluindo a capacidade de transmissão das fibras no cabo e a distancia entre os cabos de aterrissagem.
Em 23 de Julho de 2009, começaram a operar 17.000,00 quilômetros de cabo, provendo a países ocidentais e ao sul da África como Djibouti, Kenya, Tanzânia, Moçambique, e a África do sul conectividade de alta velocidade com a internet da Europa e a Asia. O cabo submarino entrou em operação oficialmente em eventos realizados por toda região, de Mombaça, Kenya, e Dar es Salaam, Tanzânia.
Em 04 de Agosto de 2020, a SEACOM anunciou que poderia dobrar a capacidade de rede da fibra óptica até o final do mês citado. O primeiro continente com sistema de cabo submarino de banda larga vai adicionar 1.7 Tbit/s a sua rede, totalizando 3.2 Tbit/s ao longo da costa leste e sul Africana. Essa é a mais extensa propriedade Africana de TIC em infraestrutura de dados.
Financiamento SEACOM é financiada privadamente, aproximadamente 75% pertence a investidores de sudeste e sul africano. O investimento inicial no projeto SEACOM foi de US$375 milhões de dólares: US$75 milhões dos desenvolvedores, US$150 milhões advindo de investidores sul-africanos, e US$75 milhões como um empréstimo comercial do banco Nedbank (Sul-africano). Os US$75 milhões restantes foi providenciado pela Serviços de Promoção Industrial (IPS), o qual é o braço industrial e de infraestrutura do Fundo Aga Khan para Economia e desenvolvimento. O investimento do IPS foi financiado por US$15 milhões em equidade, no total de US$60.4 milhões em debito do Fundo de infraestrutura emergente da África e o FMO (Holanda).
A divisão de propriedade está estruturada atualmente em: 30% da IPS, 30% da Remgro, 15% Sanlam, 15% do Fundo de Parceiras Convergente, e 10% de Brian Herlihy.
O cabo submarino é variavelmente descrito como um projeto de US$600 a US$650 milhões, como visto no numero das atualizações na infraestrutura das estações de aterrisagem, rede de transporte nacional com aumento de carga, e mais um incremento de 2.6 terabits por segundo (Tbit/s) em Maio de 2012, então para 12 Tbit/s in 2014.
Pontos de aterrissagem miniaturadaimagem|Mapa da Rede SEACOM Os cabos de pontos de aterrissagem são:
Marselha, França Djibuti Mombaça, Quênia Dar es Salaam, Tanzânia Maputo, Moçambique Mtunzini, África do Sul Mumbai, Índia
Parceiros de rede em ponto de aterrisagem SEACOM são:
Yzerfontein, África do Sul Lagos, Nigéria Accra, Gana Fujairah, EAU
Referências
Categoria:Fundações na África em 2009