Neoplecostomus pirangaensis é uma espécie da família Loricariidae e do gênero Neoplecostomus.
Taxonomia Neoplecostomus pirangaensis foi descrita formalmente pela primeira vez em 2019 pelos ictiólogos brasileiros José Carlos de Oliveira e Osvaldo Takeshi Oyakawa, tendo sua localidade-tipo indicada como o rio Piranga, nos limites dos municípios de Carandaí e Senhora dos Remédios, na bacia do rio Doce, no estado de Minas Gerais, no Brasil, nas coordenadas 43°42'53"W, 20°58'54"S, a uma altitude de 794 m. O Catalog of Fishes de William N. Eschmeyer classifica o gênero Neoplecostomus na subfamília Hypoptopomatinae, os cascudinhos, dentro da família Loricariidae.
Etymologia Neoplecostomus pirangaensis está classificada no gênero Neoplecostomus; esse nome acrescenta o prefixo neo- (“novo”) a Plecostomus, já que o gênero foi originalmente proposto como um subgênero de Plecostomus, atualmente conhecido como Hypostomus e classificado na subfamília Hypostominae. O nome específico pirangaensis adiciona o sufixo latino -ensis, que denota um local, a “Piranga”, referência à bacia hidrográfica onde a espécie ocorre.
Descrição Neoplecostomus pirangaensis pode ser diferenciada de quase todas as outras espécies de Neoplecostomus pela ausência de qualquer vestígio de nadadeira adiposa e pela coloração preta uniforme dos adultos. A espécie também apresenta dentes relativamente maiores e menos numerosos. Este bagre não possui pregas carnosas nos lábios, ao contrário da espécie simpátrica Neoplecostomus doceensis. Atinge comprimento padrão máximo de 82,7 mm.
Distribuição Neoplecostomus pirangaensis é endêmica do Brasil, sendo conhecida apenas em duas localidades na drenagem do rio Piranga, no sistema do rio Doce, no estado de Minas Gerais, no Brasil.
Referências
Ligações externas
Documentos sobre Neoplecostomus pirangaensis na Biodiversity Heritage Library Neoplecostomus pirangaensis no GBIF
pirangaensis Categoria:Peixes de Minas Gerais