Os deslizamentos de terra em Salvador constituíram um desastre natural ocorrido em 2015, tendo seu período mais crítico entre os meses de abril e maio. A capital baiana foi atingida por chuvas muito acima da média histórica, que provocaram inundações e deslizamentos em diversas áreas da cidade. O evento resultou na morte de pelo menos 21 pessoas, deixou mais de 30 feridos e gerou centenas de ocorrências registradas pela Defesa Civil. Entre os bairros mais afetados estiveram Bom Juá, Barro Branco, Baixa do Fiscal, Federação, Pau Miúdo, Liberdade e Lobato, onde casas foram soterradas e famílias desabrigadas. Além das perdas humanas e materiais, o desastre também atingiu construções históricas e de relevância cultural, como os casarões coloniais da Ladeira da Montanha, evidenciando a vulnerabilidade estrutural da cidade diante de chuvas intensas e prolongadas.
Desastre Em 2015, Salvador enfrentou um dos períodos mais críticos de sua história recente em relação a desastres naturais. Entre os meses de abril e maio, chuvas intensas e prolongadas provocaram uma série de deslizamentos de terra em diferentes bairros da cidade, resultando em 21 mortes, mais de 30 feridos e centenas de ocorrências registradas pela Defesa Civil. O episódio mais grave ocorreu em 27 de abril, quando um temporal de mais de dez horas atingiu bairros como Bom Juá e Barro Branco, soterrando casas e deixando 14 mortos. Poucos dias depois, em 10 de maio, novas chuvas causaram o soterramento de cinco residências na Baixa do Fiscal, com três vítimas fatais e quatro feridos. Em 20 de maio, um deslizamento na Ladeira da Montanha, no Centro Histórico, destruiu casarões coloniais tombados e provocou mais uma morte, além de feridos.
Os deslizamentos de 2015 evidenciaram a vulnerabilidade estrutural de Salvador, marcada pela ocupação irregular de encostas íngremes, ausência de obras de contenção e drenagem, e pela concentração de moradias em áreas de risco. A Defesa Civil contabilizou mais de 300 ocorrências relacionadas às chuvas naquele período, incluindo desabamentos e alagamentos em bairros como Pau Miúdo, Liberdade, Federação e Lobato. Além das perdas humanas, o desastre trouxe impacto patrimonial, com a destruição de construções históricas na Ladeira da Montanha, próxima ao Elevador Lacerda.
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