A vacina contra a encefalite japonesa é uma vacina que protege contra a encefalite japonesa. As vacinas aplicadas apresentam eficácia acima de 90%. A duração da proteção conferida pela vacina não é clara, mas sua eficácia parece diminuir com o tempo. As doses são administradas por injeção no músculo ou logo abaixo da pele.

É recomendada como parte das imunizações de rotina em países onde a doença é um problema. Uma ou duas doses são administradas dependendo da versão da vacina. O esquema vacinal deve ser concluído pelo menos uma semana antes da exposição. Doses extras normalmente não são necessárias em áreas onde a doença é comum. Caso contrário, as doses podem ser administradas após um ano e, depois, após 10 anos. Em pessoas com HIV/AIDS ou gestantes, deve-se utilizar uma vacina inativada. Recomenda-se a imunização de viajantes que planejam passar algum tempo ao ar livre em áreas onde a doença é comum.

As vacinas são relativamente seguras. Dor e vermelhidão podem ocorrer no local da injeção. Até 2015, 15 vacinas diferentes estavam disponíveis: algumas são baseadas em técnicas de DNA recombinante, outras em vírus enfraquecido ou inativado.

As vacinas contra a encefalite japonesa tornaram-se disponíveis pela primeira vez na década de 1930. Está na Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial da Saúde. Nos Estados Unidos, um ciclo de imunizações custa entre US$ 100 e US$ 200. No Reino Unido, o custo para o NHS, em 2022, era de cerca de 120 libras por esquema. No Canadá, custava cerca de 480 dólares canadenses em 2023.

Referências

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