José Dionisio Brito Rodríguez (nascido em 15 de janeiro de 1973) é um administrador e político venezuelano que atua como deputado da Assembleia Nacional da Venezuela e ex-membro do partido Primeiro Justiça.
Biografia Brito estudou Administração de Empresas na Universidade Nacional Experimental Simón Rodríguez (UNESR).
Foi membro do partido Movimento ao Socialismo (MAS) e depois integrou o partido Podemos.
Tendo perdido a disputa para ser prefeito do município Simón Rodríguez em 2004 como membro do Proyecto Venezuela, foi eleito vereador nas eleições municipais de 2005 por meio de uma aliança de partidos opositores, cargo que exerceu até 2008. Nas eleições de 2013, concorreu novamente à prefeitura do município Simón Rodríguez com o apoio da Mesa da Unidade Democrática, obtendo 34% e 25.618 votos, perdendo para o candidato do PSUV, Jesús Figuera.
Sob a bandeira do partido Primeiro Justiça, concorreu nas eleições parlamentares de 2015 como deputado pelo estado Anzoátegui, vaga que conquistou para o período de 2016–2021.
Controvérsias O portal Armando.info apontou Brito como um dos implicados em supostos atos de corrupção para "limpar a reputação" de empresários colombianos ligados ao governo de Nicolás Maduro e à rede de desvio de fundos de assistência social dos Comitês Locais de Abastecimento e Produção (CLAP). Em resposta a essas denúncias, Brito declarou que 70 deputados exigiram que Juan Guaidó prestasse contas sobre os recursos recebidos da ajuda humanitária. Guaidó afirmou desconhecer qualquer carta assinada por 70 deputados. No mesmo dia, a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) esclareceu que o governo interino presidido por Guaidó não administra dinheiro da ajuda humanitária.
Dias depois, em 2 de dezembro de 2019, Brito declarou que "há uma rebelião na Assembleia" contra o presidente do parlamento, Juan Guaidó, e anunciou que se absteria na votação para a escolha de um novo presidente legislativo em 5 de janeiro de 2020.
Sanções O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos sancionou Brito, Luis Parra e outros, "que, a mando de Maduro, tentaram bloquear o processo democrático na Venezuela", segundo o secretário do Tesouro dos EUA Steven Mnuchin em 13 de janeiro de 2020. Os sancionados tiveram seus bens nos EUA congelados e estão proibidos de realizar negócios com os mercados financeiros ou cidadãos estadunidenses.
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