Scarlett Zerbetto Marton (São Paulo, 15 de enero de 1951) es una filósofa y profesora titular brasileña de historia de la filosofía contemporánea en la Universidad de São Paulo (USP). Marton es considerada una de las mayores especialistas en la filosofía de Friedrich Nietzsche, y su libro Nietzsche y la nueva concepción del mundo examina la filosofía del escritor alemán y analiza los conceptos de voluntad de poder y el eterno retorno.

Trayectoria Estudió la licenciatura en filosofía en la USP, continuó sus estudios en la Universidad París 1 Panthéon-Sorbonne, y obtuvo su doctorado en la USP, en donde da clases desde 1985. En 1996, fundó el grupo de investigación GEN – Grupo de Estudio Nietzsche, el cual reúne a expertos brasileños y europeos de la filosofía nietzcheana, así como los Cadernos Nietzsche, periódico de filosofía publicado 3 veces al año. Ha publicado ensayos en libros y revistas especializadas en Brasil, Alemania, Francia, Italia, Austria, España, Portugal, Estados Unidos, Colombia, Venezuela, Bolivia, Argentina y Chile. Es parte del consejo científico del grupo internacional de investigación HyperNietzsche, del Nietzsche-Studien, del Monographien und Texte zur Nietzsche-Forschung, y varias revistas brasileñas y extranjeras.

Libros

Traducidos al español

Nietzsche y la nueva concepción del mundo. Córdoba, Editorial Brujas, 2017.

En portugués +AñoTítuloEditorialNotas2018A morte como instante de vida Pucpress2015Nietzsche em chave hispânicaLoyola2014Nietzsche e a arte de decifrar enigmas. Treze conferências europeiasSujeito, décadence e arte. Nietzsche e a modernidadeTinta da ChinaCoescrito junto a Maria João Branco y João Constâncio2010Nietzsche, filósofo da suspeitaCasa da PalavraNietzsche, seus leitores e suas leiturasBacarolla2009Nietzsche, um “francês” entre franceses2007Nietzsche pensador mediterrâneo. A recepção italianaDiscurso Editorial2006Nietzsche abaixo do Equador. A recepção na América do Sul2005Nietzsche na Alemanha2004A irrecusável busca de sentido. Autobiografia intelectualAteliê2000Extravagâncias. Ensaios sobre a filosofia de NietzscheDiscurso EditorialReeditado en 20091993Nietzsche - A Transvaloração dos ValoresModerna1990Nietzsche - Das forças cósmicas aos valores humanosBrasilienseReeditado en 2010 por Editora UFMG1986O pensamento vivo de NietzscheMartin Claret Editores1985Nietzsche hoje? - Colóquio de CerisyBrasiliense1982Nietzsche - uma filosofia a marteladasReeditado en 1991

Artículos publicados en revistas científicas

En Europa y América 1. « Para leer a Nietzsche como nietzschiano ». en: Estúdios Nietzsche 18 (2018), p. 63-70.

2. « ‘Majestätische sittliche Gebäude’. La critique de Nietzsche à la doctrine morale kantienne ». en: Nietzsche-Studien 45 (2016), p. 33-55.

3. « El eterno retorno de lo mismo, 'el pensamiento fundamental de Zaratustra' ». en: Estudios Nietzsche 16 (2016), p. 129-150.

4. « International Nietzsche Research Group in Brazil: GEN-Nietzsche Studies Group ». en: Journal of Nietzsche Studies 47 (2016), p. 479-487.

5. « Todo venir-a-ser quiere hablar contigo: Nietzsche, una nueva concepción del mundo y la crítica radical de los valores ». en: Instantes y Azares XIV – 14 (2014), p. 13-34.

6. « L'edizione Colli-Montinari e gli studi nietzschiani in Brasile ». en: Il Ponte LXIX, 8-9 (2013), p. 107-118.

7. “Distancia y combate: la (in)actualidad de Nietzsche ». en: Estudios Nietzsche 12 (2012), p. 133-145.

8. « Le problème du langage chez Nietzsche. La critique en tant que création ». en: Revue de Métaphysique et de Morale 2 (2012), p. 225-246.

9. « Nietzsche, Kant et la métaphysique dogmatique ». en: Nietzsche-Studien 40 (2011), p. 106-129.

10. « Nietzsche/ Zaratustra: La subversión de la autobiografía ». en: Estúdios de Filosofía 27 (febrero de 2003), p. 25-40.

11. « Actualidad y recepción de la filosofía de Nietzsche en Brasil ». en: Universitas Philosophica, 38 (2003).

12. « Nietzsche: la obra hecha y la obra todavía por hacer ». en: Estudios Nietzsche, 2 (2002), p. 181-203.

13. « Nietzsche, discípulo del filósofo Dionysos ». en: Instantes y Azares, ano I, n.1 (2001), p. 73-84.

14. « Apuntes para una ética del medio ambiente. Friedrich Nietzsche y su concepción del hombre y del mundo ». en: Yachay, ano 18, n.32/33 (2001), p. 265-275.

15. « Nietzsche in Brasilien ». en: Nietzsche-Studien 29 (2000), p. 369-376.

16. « Nietzsche y Hegel, lectores de Heráclito ». en: Ideas y Valores n.114 (2000), p. 35-50.

17. « Man and world: Friedrich Nietzsche and the Philosophical Presuppositions of Environmental Ethics ». en: Applied Ethics/ Angewandte Ethik 2 (1998), Österreichische Ludwig Wittgenstein Gesellschaft, p. 51-55.

18. « L’éternel retour du même: thèse cosmologique ou impératif éthique ? ». en: Nietzsche-Studien 25 (1996), p. 42-63.

En Brasil 19. « Zaratustra: do fracasso pedagógico ao aprendizado por vivência ». en: Enunciação 4/ 1 (2019), p. 1-12.

20. « O eterno retorno do mesmo, 'a concepção básica de Zaratustra' ». en: Cadernos Nietzsche 37 (Setembro de 2016), p. 11-46.

21. « GEN - uma experiência de formação ». en: Cadernos Nietzsche 30 (Maio de 2012), p. 303-320.

22. « Nietzsche e a crítica da democracia ». en: Dissertatio 27 (2011), p. 17-33.

23. « Como ler Nietzsche? Sobre a interpretação de Patrick Wotling ». en: Cadernos Nietzsche 26 (Maio de 2010), p. 35-52.

24. « Da realidade ao sonho: Nietzsche e as imagens da mulher ». en: Estudos Nietzsche 1 (2010), p. 161-179.

25. « Do dilaceramento do sujeito à plenitude dionisíaca ». en: Cadernos Nietzsche 25 (Setembro de 2009), p. 53-82.

26. « Em busca do discípulo tão amado. Uma análise conceitual do prólogo de Assim falava Zaratustra ». en: Impulso 47 (2009), p. 39-52.

27. « Sobre Sartre ». en: O que nos faz pensar 21 (2008), p. 5-19.

28. « Buscando o critério de avaliação das avaliações ». en: Cadernos IHU 3 (2007), p. 3-10.

29. « Novas liras para novas canções: reflexões sobre a linguagem em Nietzsche ». en: Ide 30 (2007), p. 32-39.

30. « A filosofia de Nietzsche: um pragmatismo avant la lettre ». en: Cognitio 7 (2006), p. 115-120.

31. « Entre o relativo e o transcendente: pluralidade de interpretações e ausência de critérios ». en: Dissertatio 19-20 (2004), p. 343-365.

32. « Uma questão de vida ou morte: A filosofia de Nietzsche e o problema da eutanásia ». en: Hypnos 9 (2002), p. 120-134.

33. « Lobo, cordeiros e aves de rapina. Um diagnóstico de nossos valores morais ». en: Filosofia, ano XIII, 12 (2001), p. 13-22.

34. « Em busca do discípulo tão amado. Uma análise conceitual do prólogo de Assim falava Zaratustra ». en: Impulso, v.12, 28 (2001), p. 21-32.

35. « Demasiado humano ». en: O Estado de São Paulo, Caderno 2, 20 de agosto de 2000, p. 1.

36. « Deus está morto! ». en: Jornal do Brasil, Ideias, 19 de agosto de 2000, p. 3.

37. « Um século depois, ainda um extemporâneo ». en: Folha de S.Paulo, Caderno Mais, 6 de agosto de 2000, p. 16-17.

38. « Silêncio, solidão ». en: Cadernos Nietzsche 9 (Setembro de 2000), p. 79-105.

39. « Nietzsche e Descartes: filosofias de epitáfio ». en: O que nos faz pensar 14 (2000), p. 7-23.

40. « Nietzsche, reflexão filosófica e vivência ». en: Tempo Brasileiro, 143 (2000), p. 41-54.

41. « A morte de Deus e a transvaloração dos valores ». en: Hypnos 5 (1999), p. 133-143.

42. « Décadence, um diagnóstico sem terapêutica. Sobre a interpretação de Wolfgang Müller-Lauter ». en: Cadernos Nietzsche 6 (Maio de 1999), p. 3-9.

43. « Nietzsche, o anti-asno par excellence. Sobre uma interpretação de Jörg Salaquarda ». en: discurso 28 (1997), p. 159-165.

44. « Nietzsche e a celebração da vida. A interpretação de Jörg Salaquarda ». en: Cadernos Nietzsche 2 (Maio de 1997), p. 7-15.

45. « A necessidade de aniquilar e criar ». en: Folha de S.Paulo, Caderno Mais, 9 de outubro de 1994, p. 7-8.

46. « Provocações de Nietzsche ». en: Folha de S.Paulo, Caderno Mais, 9 de outubro de 1994, p. 7.

47. « Por uma filosofia dionisíaca ». en: Kriterion 89 (1994), p. 9-20.

48. « Pascal: a busca do ponto fixo e a prática da anatomia moral ». en: discurso 24 (1994), p. 159-172.

49. « Um extemporâneo entre nós ». en: discurso 22 (1993), p. 11-12.

50. « Nietzsche e Hegel, leitores de Heráclito - a propósito de uma sentença de Zaratustra: Da superação de si ». en: discurso 21 (1993), p. 35-58.

51. « O médico da civilização ». en: Folha de S.Paulo, Caderno Mais, 13 de setembro de 1992, p. 6.

52. « Nietzsche e a Revolução Francesa ». en: discurso 18 (1991), p. 85-96.

53. « Nietzsche: a força das idéias de um fino estilista ». en: Jornal da Tarde, Caderno de Sábado, 29 de agosto de 1987, p. 6.

54. « Linguagem e Consciência na obra de Nietzsche ». en: Epistemologia das Ciências Sociais, série Cadernos PUC 19 (1984), p. 125-135.

55. « Bons sentimentos, venenos da alma - reflexões sobre a idéia de ressentimento na ótica de Nietzsche ». en: Folha de S.Paulo, Folhetim n.336 (26 de março de 1983), p. 4-5. 56. « Por uma genealogia da verdade ». en: discurso 9 (1979), p. 63-80

Referencias

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